quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

REDE DE COMUNICAÇÃO DO POLICIAL

POLICIAL CARLOS ALBERTO NASCIMENTO: Qual a Polícia que queremos? Força necessária.

Foto: Rede Social


Bruno Gagliasso denuncia policiais militares durante Carnaval de Salvador
Ator criticou ação nas redes sociais; corporação explicou que “excessos serão apurados”
O ator Bruno Gagliasso participou do Carnaval em Salvador, no domingo (11) e, de cima do trio, filmou agressões de policiais militares contra foliões, no circuito Barra/Ondina). O artista criticou a ação dos agentes em seu perfil do Instagram. “Essa é a polícia que você quer? Vergonha”, questiona.




A Polícia Militar que explicou, em nota, que o “policiamento no Carnaval de Salvador é muito complexo por reunir quase dois milhões de foliões em uma festa com pouco registro de ocorrências graves, e que a tropa é orientada a atuar sempre de forma preventiva a manter a ordem pública”.
De acordo com a corporação, os policiais são orientados a usar força de forma moderada, no entanto, possíveis excessos serão apurado pela Corregedoria, com o apoio dos órgãos de controle, mas a PM relembra à população que o número da Ouvidoria é 0800 284 0011 para recepcionar denúncias, críticas e elogios”, finaliza.
Comandante da PM diz que Kannário “é marginal” e elogia declaração de cabo nas redes sociais
Em entrevista coletiva na quarta-feira (14), o Comandante Geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Brandão, afirmou que o cantor vereador Igor Kannário “é um marginal” e repudiou a atitude do artista durante apresentação no circuito do Campo Grande, onde “incitou a população contra a polícia”. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra equipes da PM dispersando supostos brigões.
“Quando a Polícia chegou já estava a briga generalizada. Infelizmente, ele é um marginal, já prendemos ele várias vezes e ele responde vários processos. Eu fico chateado quando vejo uma pessoa dando espaço a uma pessoa daquela, que só quer denegrir a imagem da corporação. A massa que acompanha ele estimula (a violência) e ele estimula essa massa. Tanto que ele não colabora com a Polícia. Não pede calma e tranquilidade como Bell faz, como Leo Santana faz”, criticou.
O comandante geral da PM também elogiou o vídeo feito pelo cabo PM Ivan Leite, da 14 CIPM, compartilhado nas redes sociais. 

“O texto do cabo foi muito bom. Inclusive, convidamos o cabo para trabalhar no nosso Departamento de Comunicação Social. As declarações do cabo nos representa”, finalizou Brandão.
QUAL A POLÍCIA QUE QUEREMOS? 
A TV BAHIA fez essa pergunta no seu telejornal após as Declarações de Canário e de um ator da Globo sobre a PM no carnaval.
Devemos mesmo nos fazer essa pergunta: QUE POLÍCIA NÓS QUEREMOS?
A Polícia que arrisca sua vida para prender traficante, para evitar que os jovens usem drogas?
Ou a Polícia que deixe o traficante livre para a droga chegar aos filhos dessa sociedade, já que esta se omite?
A Polícia que no Carnaval evita um mal maior, usando o cassetete diante de uma selvageria de foliões?
Ou a Polícia que se omita diante de uma briga generalizada no Carnaval?
Até hoje nenhum Sociólogo no mundo apresentou uma técnica policial capaz de conter uma briga generalizada na multidão, sem uso de Gás Lacrimogêneo ou Cassetete. 
No dia em que apresentarem, vamos agradecer e acolher essa técnica.
Claro que a Polícia deve ter cuidado para não se exceder e nem atingir inocentes. 
Não defendemos o excesso, mas sim a energia necessária para conter a selvageria. 
Com os meios proporcionais à situação. 
Sem isso, o mal será maior para a própria sociedade.
Vamos refletir abrir o debate e aguardar que os Sociólogos apresentem uma solução policial para essas brigas generalizadas. Capitão Tadeu 
Barbosa comenta críticas a excessos da PM durante o Carnaval: 'Aqui temos polícia'
O Secretário de Segurança Pública (SSP-BA), Maurício Barbosa, saiu em defesa da Polícia Militar ao comentar as críticas aos excessos que teriam sido cometidos pela corporação durante o Carnaval deste ano. Segundo ele, as pessoas precisam primeiro, respeitar as polícias que atuam no estado, mas a atuação das forças de segurança é proporcional à agressão e ao crime cometido. Isso, no entanto, não quer dizer que excessos não serão investigados. "A lei nasceu para ser aplicada. O que a gente não apoia é desacato à polícia, desrespeito, falta de reconhecimento que o artista tem para com a Polícia Militar e a Polícia Civil. Aqui temos polícia e não vamos deixar cenas como vimos de carnavais anteriores, de arrastão, de violência. Não vimos nesse Carnaval", bradou Barbosa. O titular da SSP comemora o desempenho da pasta no período de folia, sem ocorrências graves ou disparos de arma de fogo nos circuitos de festa em todo o estado. "Nesse ano, o índice de velocidade da polícia no atendimento foi extremamente reduzido, queremos reduzir ainda mais. Somo muito perfeccionistas com tudo isso. A questão da tecnologia também, que é divisor de águas... Nos últimos carnavais foram 240 câmeras. Já testamos com bastante eficácia câmeras portáteis nas fardas; fizemos prisões e apreensões de drones", contou. 
PERFIL do AUTOR
Carlos Alberto Nascimento
Técno em Contabilidade, cursou até o sexto semestre do curso de direito na Fundação 2 de Julho. Funcionário público estadual na Bahia, onde exerce o cargo de  Investigador de Polícia Civil. Fundador e administrador da RECOP - Rede de Comunicação do Policial, Guia do Policial Baiano, Rede Social do Policial, Revista Página de Polícia e do Portal de Notícias Página de Policia.
Ex militante no movimento sindical dos trabalhadores da Polícia Civil, tendo participado da reconstrução do Sindicato da categoria, com participação ativa no histórico movimento unificado dos policiais civis e militares da Bahia em 2001.
Ex- membro do Conselho de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado da Bahia – CONSERV, representando os profissionais da Segurança Pública, sempre defendendo seus interesses.
Participou da Diretoria da Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia - FETRAB. Ex-Diretor da COBRAPOL - Confederação ds Trabalhadores Policiais Civis e da Federação Nordestina dos Policiais Civis - FEIPOL/NE.


   





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