A cidade de Simões Filho sofre com os altos índices de violência há anos. Desde 2012, quando foi destacada, de forma infeliz, como o município mais violento do Brasil, os números negativos só escalam à montanha da miséria e da crueldade.
Existem diversas opiniões contrárias à pesquisa. Uma delas, antes,  baseava-se no fato de que corpos das vítimas, oriundas de Salvador, por exemplo, eram desovadas no Centro Industrial de Aratu. Essa defesa caiu por terra. Dados da Secretaria de Segurança Pública apontam que cerca de 80% dos homicídios aconteceram na área urbana, na maioria dos registros, em via pública de bairros periféricos ao Centro. Pelo menos, é o que refletem os números de janeiro, com 15 mortes violentas, e do mês em curso, que contabiliza cinco.
A verdade é que não há como sustentar o contra-argumento de que a violência urbana não tomou conta do município da Região Metropolitana de Salvador. O cotidiano tem demonstrado. E os casos descrevem o tema da violência chocante na cidade.
Nesta quinta-feira, em plena luz do dia, em meio às idas e vindas dos pedestres e o bate-papo entre amigos e vizinhos, um homem, de 41 anos, foi surpreendido por elementos armados, que deflagraram cerca de 20 tiros contra ele. A vítima, que ainda não teve o nome revelado, correu despudoradamente, mas foi atingido por quatro dos disparos. Os outros 16 tiros ameaçaram crianças, jovens e idosos, que estavam na Rua do Sossego, bairro Cia II. Por pouco, mais um inocente não seria vitimado fatalmente.
A vítima recebeu socorro dos agentes da Polícia Militar e foi encaminhado para a Unidade Hospitalar de Simões Filho. A reportagem do Click Bahia buscou detalhe sobre o estado de saúde dele. A Secretaria de Segurança informou que ele não resistiu.
Click Bahia

Escrito por REDE DE COMUNICAÇÃO DO POLICIAL

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